Ame-se. Previna-se. Faça mamografia anualmente.

O câncer de mama é o tipo de câncer mais frequente entre as mulheres. Não apresenta sintomas até estágios bem avançados e pode surgir em mulheres com ou sem histórico da doença na família. Por isso, a prevenção anual e a conscientização são as formas mais importantes de diminuir o número elevado de mulheres que morrem pela doença todos os anos.

Quando começar a prevenção?
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35 ANOS

Para mulheres que tem algum parente de primeiro grau que já teve câncer, a mamografia deve ser feita anualmente a partir dos 35 anos de idade.

40 ANOS

Para mulheres que tem histórico de câncer na família, a mamografia deve ser feita anualmente a partir dos 40 anos de idade.

Converse com seu médico. A mamografia pode ser feita em hospitais, UBSs e laboratórios que tenham mamógrafos. Veja a lista de Serviços de Saúde que possuem mamógrafos doados pela Américas Amigas e que oferecem atendimento pelo SUS no link http://ow.ly/pvuL9.

A Américas Amigas é uma associação sem fins lucrativos, fundada por mulheres, que tem o desafio de diminuir os índices de câncer de mama no Brasil. A associação está comprometida com a causa e busca levar o atendimento a um número cada vez maior de mulheres por todo o país.

Ajude-nos a combater a doença. Faça prevenção anual e conscientize as mulheres que você ama.

Ibovespa acompanha mercados internacionais e tem queda de 0,79%

Citi Corretora – O Ibovespa encerrou a sessão em baixa de 0,79%, aos 54.963 pontos, acompanhando as quedas nos mercados internacionais. A decepção com os dados de vendas no varejo e de confiança do consumidor nos Estados Unidos e a especulação de que o Chipre poderá solicitar um resgate maior da zona do euro e do FMI contribuíram para a maior aversão a risco.

Apesar da baixa nos preços das commodities, Vale (+1,6%) fechou o dia em alta após cair 2,1% na mínima quando o ministro Edison Lobão afirmou que o governo não pretende instituir um novo tributo (participação especial) sobre as mineradoras.

Com o novo consenso em torno do início do ciclo de aperto monetário, ações de administradores de shoppings (BR Malls: -3,5%) e concessionárias de rodovias (CCR: -2,3%) e construtoras (PDG: -4,3%) tiveram perdas elevadas. Ações do Grupo Oi (-5,2%) lideraram as baixas do índice após redução de preço-alvo por uma corretora global.

OGX (+6,2%) e MMX (+3,1%), por outro lado, lideraram as altas impulsionadas por especulações de que o governo brasileiro ajudará as empresas do Grupo EBX.

O giro financeiro totalizou R$ 7,4 bilhões, cerca de 5% acima da média das últimas 20 sessões.

Na contramão do mercado internacional, Ibovespa tem queda de 1,40%

Citi Corretora – O Ibovespa caiu 1,40%, após quatro sessões seguidas de alta, encerrando o dia aos 55.401 pontos. Bolsas na Europa e nos Estados Unidos avançaram. Dado de pedido de auxílio desemprego melhor que o esperado nos Estados Unidos foi o destaque da agenda internacional.

No Brasil, o mercado passou a precificar um aumento na taxa Selic na próxima semana, após prévia do IGP-M e especulações de que o governo já estaria aceitando o início do processo de aperto monetário. Dado de vendas no varejo de fevereiro surpreendeu negativamente (-0,4% vs +1,5% o esperado), o que contribuiu para a queda nas ações de varejistas (LAME4: -4,2%).

OGX (-4,5%) voltou a liderar as baixas do índice após ter seu preço-alvo revisado para baixo por uma corretora global. Petrobras (-2,3%) e Vale (-1,5%) também operaram no vermelho, o que conferiu mais força ao movimento.

Entre as maiores altas, destaque para Brasil Foods (+3,1%) e Cetip (+1,2%), que tiveram recomendações elevadas por corretoras concorrentes. O giro financeiro totalizou R$ 6,3 bilhões, cerca de 10% abaixo da média das últimas 20 sessões.

Ibovespa chega a +1,9% mas fecha com alta de 0,49%

Citi Corretora – O Ibovespa encerrou a sessão em alta de 0,49%, aos 56.187 pontos, longe da máxima do dia, quando chegou a subir 1,9%. Bolsas nos Estados Unidos e na Europa subiram na esteira do dado positivo sobre a balança comercial da China, do plano de estímulos no Japão e do início da temporada de resultados trimestrais.

A alta volatilidade do índice brasileiro se deu em função, principalmente, das ações da Vale, que chegaram a subir 2,1% na máxima, mas fecharam o dia em queda de 3,5% após a decisão desfavorável do STF no caso da tributação de subsidiárias no exterior.

LLX (+9,7%) voltou a liderar as altas, ainda como reflexo da potencial parceria com a Petrobras. MRV (+7,6%), Braskem (+3,3%) e Hypermarcas (+3,3%) também estiveram entre as maiores valorizações.

No lado negativo, destaque para a queda nas ações da Fibria (-4,5%) que, assim como a Vale, foi afetada pela decisão do STF, considerando ser constitucional a cobrança de imposto de renda sobre os lucros de controladas no exterior.

O giro financeiro totalizou R$ 9,0 bilhões, cerca de 30% acima da média das últimas 20 sessões.

Ibovespa fecha em alta de 1,49%

Citi Corretora – O Ibovespa encerrou a sessão em alta de 1,49%, aos 55.912 pontos. Nos Estados Unidos e na Europa, os mercados fecharam com valorizações modestas, com o dado de inflação na China surpreendendo positivamente e contribuindo para a alta nas commodities. No mercado local, o índice foi impulsionado pela fortíssima performance de Petrobras (+4,2%) e Vale (+4,2%).

A proximidade do julgamento do STF sobre a tributação de subsidiárias no exterior, relatórios relativamente otimistas e valorização das commodities no mercado internacional contribuíram para a alta. Os bancos apresentaram forte valorização, o que foi outro fator por trás do bom desempenho do Ibovespa. Braskem (+3,7%) também esteve entre as maiores altas após relatório de corretora local indicar resultados positivos no curto prazo. LLX (+6,7%) registrou a maior valorização do índice ainda refletindo a notícia de que o governo poderá ajudar a companhia através da Petrobras.

No lado negativo, destaque para construtoras (MRV: -3,1%; Gafisa: -2,2%), Gol (-2,9%) e MMX (-2,4%). CCR (-1,5%) também registrou performance fraca após a notícia, publicada pela Folha, de que o governo de São Paulo estaria negociando uma redução nas tarifas de pedágio.

O giro financeiro totalizou R$ 8,4 bilhões, cerca de 25% acima da média das últimas 20 sessões.

Ibovespa encerra o dia próximo da estabilidade

Citi Corretora – O Ibovespa encerrou a sessão próximo da estabilidade (+0,08%), aos 55.092 pontos. O índice, que chegou a cair 1,3% na mínima do dia, ganhou força no final da tarde após a publicação de uma notícia pelo Valor Econômico indicando que o governo pode ajudar as empresas do Grupo EBX. OGX (-1,7%) fechou a sessão longe da mínima do dia, quando chegou a ceder 11%.

No exterior, as bolsas tiveram ligeira alta com o dado positivo de produção industrial na Alemanha e o início da temporada de resultados do primeiro trimestre de 2013 nos Estados Unidos, contribuindo para um cenário benigno para ativos de risco. No mercado local, as altas foram lideradas por Gafisa (+7,8%) e MMX (+7,3%). JBS (+4,4%) também registrou ganhos relevantes após ter recomendação elevada por corretora global. Gol (+3,5%) foi outro destaque positivo com a divulgação de detalhes sobre o IPO da Smiles.

LLX (-5,4%), por outro lado, liderou as desvalorizações do índice em decorrência de especulações sobre problemas estruturais no Porto de Açu. Eletrobras (-3,9%) e Petrobras (-2,2%) também estiveram entre as maiores baixas do dia.

O giro financeiro totalizou R$ 6,3 bilhões, cerca de 10% abaixo da média das últimas 20 sessões.

Ibovespa recupera-se durante o dia e fecha em alta de 0,74%

Citi Corretora – O Ibovespa encerrou a sessão em alta de 0,74%, aos 55.051 pontos, após chegar a cair 1,56% na mínima intradiária. Na semana, porém, o índice brasileiro caiu 2,3%. Bolsas no exterior tiveram perdas nesta sexta-feira, após o relatório de emprego nos Estados Unidos frustrar as expectativas (criação de vagas em março foi de 88 mil, versus as 190 mil o esperadas pelo consenso).

As valorizações no mercado local foram lideradas por ações do setor elétrico (Copel: +8,3%), construtoras (PDG: +6,7%) e varejo (B2W: +5,7%). As modestas valorizações de Petrobras (+0,4%) e Vale (+0,7%) também contribuíram para a alta do índice, ao compensar parcialmente a expressiva perda em OGX (-13,6%), que voltou a liderar as baixas do Ibovespa, ainda como reflexo do rebaixamento de seu rating de crédito pela agência S&P.

Publicação de Medida Provisória que zerou a alíquota de PIS/Cofins para as indenizações que serão pagas pela renovação antecipada de concessões parece ter sido o motivo por trás da forte performance das ações do setor elétrico. Defensivas domésticas, tais quais Vivo (-2,7%), Ultrapar (-1,7%) e CCR (-1,1%), figuraram entre as maiores desvalorizações da sessão.

O giro financeiro totalizou R$ 7,7 bilhões, cerca de 40% acima da média das últimas 20 sessões.

Ibovespa fecha em queda de 1,65%

Citi Corretora – O Ibovespa encerrou a sessão em queda de 1,65%, aos 54.648 pontos. No exterior, o otimismo inicial com os compromissos dos bancos centrais do Japão e da Europa com estímulos monetários perdeu força após o dado de pedidos de auxílio desemprego nos Estados Unidos desapontar. Ainda assim, os índices norte-americanos operaram com ganhos modestos.

No Brasil, ações do Grupo EBX voltaram a cair fortemente após a OGX (-10,8%) ter seu rating de crédito rebaixado pela agência S&P. Vale (-4,0%) devolveu parte dos ganhos da sessão anterior com a perspectiva de que a decisão final acerca da tributação de suas subsidiárias no exterior saia apenas na próxima semana.

No lado positivo, destaque para ações de construtoras (MRV: +4,7%; Cyrela: +0,74%) e do setor elétrico (Light: +1,4%; Cesp: +1,3%). Hering (+1,6%) também esteve entre as maiores altas após ter sua recomendação elevada por uma corretora global.

O giro financeiro totalizou R$ 6,8 bilhões, em linha com a média das últimas 20 sessões.

Ibovespa fica na contramão das bolsas norte-americanas e fecha em alta de 1,23%

Citi Corretora – O Ibovespa encerrou a sessão em alta de 1,23%, aos 55.563 pontos, na contramão das bolsas dos Estados Unidos, que caíram após dados econômicos abaixo do esperado (relatório de emprego do setor privado da ADP e ISM Serviços).

A valorização do índice brasileiro foi impulsionada pela forte alta nas ações da Vale (+5,8%), com a proximidade das decisões sobre o pagamento de impostos de subsidiárias no exterior e também sobre o novo código de mineração. Rossi (+9,3%) apresentou a maior alta do Ibovespa, ainda refletindo a divulgação de seu plano estratégico para 2013-2015. Gafisa (+6,7%) teve a segunda maior alta do dia, após receber quatro propostas pela Alphaville, segundo o Valor Econômico.

PDG (-5,5%), por outro lado, liderou as perdas, seguida por MMX (-3,8%) e Embraer (-3,1%). O giro financeiro totalizou R$ 7,3 bilhões, em linha com a média das últimas 20 sessões.

Ibovespa fecha março com queda de 1,9%

Citi Corretora – O Ibovespa acompanhou o cenário positivo observado no exterior e encerrou a sessão em alta de 0,57%, aos 56.352 pontos. Em março, o Ibovespa cedeu 1,9%.

Nos Estados Unidos, os investidores reagiram bem à revisão no PIB do quarto trimestre de 2012 (de 0,1% para 0,4%). Na Europa, o destaque ficou por conta da reabertura bem sucedida dos bancos no Chipre, o que contribuiu para a valorização do Euro e para a queda dos yields dos títulos de países como Itália e Espanha.

No mercado local, as altas foram puxadas por Eletrobrás (+16,2%), que anunciou em seus resultados do quarto trimestre de 2012 uma inesperada distribuição de dividendos (acreditamos que a cobertura de posições vendidas conferiu mais força ao movimento). Cyrela (+4,7%), Fibria (+3,6%) e Natura (+3,3%) também foram destaques de alta.

No lado negativo, Marfrig cedeu 5,2% depois de divulgar resultados abaixo das expectativas. Hypermarcas (-3,7%) e ações do Grupo EBX completaram a lista de maiores perdas do dia.

O giro financeiro totalizou R$ 6,8 bilhões, em linha com a média das últimas 20 sessões.