Finanças responsáveis é o conceito que norteia o relatório de sustentabilidade Citi

“O conceito de finanças responsáveis está enraizado no Citi. Esse é um princípio fundamental e tem como objetivo garantir que nossas atividades estejam alinhadas com os interesses dos clientes, agregando valor econômico de forma sistêmica e responsável e garantindo a perenidade do negócio”

Com esta frase, o presidente do Citi, Gustavo Marin abre o Relatório de Sustentabilidade 2010-2011 do Citi. Elaborado com base nas diretrizes GRI (Global Reporting Initiative) de sustentabilidade, o documento descreve as principais iniciativas do Citi Brasil nestes dois anos.

O conceito de sustentabilidade implica ações contínuas e permanentes. Para incorporá-lo de forme efetiva, asseguramos a inserção da questão socioambiental na estratégia de negócios, em todas as nossas operações, produtos e serviços. Desta forma, pautamos nossas ações em em quatro princípios fundamentais: Propósito Comum, Engenhosidade, Liderança e Finanças Responsáveis – este último destaque deste relatório.

Nossa estratégia nessa área terá como foco prioritário os seguintes pilares: risco socioambiental, gestão de fornecedores e orientação financeira, além de incentivar a inovação e a sustentabilidade na cadeia de valor de nossos clientes. O nosso investimento social, por meio de recursos da Citi Foundation, está alinhado a essa estratégia e tem como foco a área de microfinanças, empreendedorismo verde, educação financeira e formação de jovens.

Vamos postar aqui no blog várias matérias descrevendo cada parte do nosso relatório. Mas você já pode dar uma olhada nele, clicando aqui.

Sustentabilidade das pequenas e médias para grandes

 

Hoje, 15 de dezembro, o Citi e a Fundação Getúlio Vargas, pelo seu Centro de Estudos em Sustentabilidade, apresentam o projeto Inovação e Sustentabilidade na Cadeia de Valor. Pode-se pensar: “bom, este é mais um programa de sustentabilidade entre vários que já existem”. Mas a proposta aqui é partir do inverso da pirâmide econômica para conquistar um Brasil mais eficiente e competitivo.

Isto significa  que o programa irá fomentar a troca de inovações sustentáveis de pequenas e médias empresas com grandes corporações para melhorar processos e redução de custos. Aí está o ineditismo e a boa novidade em projetos sustentáveis.  “Ao final, teremos uma grande rede de pequenas empresas se comunicando com as grandes corporações, promovendo o intercâmbio do que há de melhor nos seus sistemas de produção”, explica  a superintendente de Assuntos Corporativos do Citi, Priscilla Cortezze.

Mapeando toda a cadeia de produção, o programa possibilitará o desenvolvimento de produtos, serviços e modelos de negócios inovadores e sustentáveis, a melhoria de processos, a redução de custos e riscos, além da maior eficiência no uso de recursos por parte das grandes empresas.  “Isso implica o desenvolvimento do sistema de produção dos fornecedores, que passam a atuar de forma mais eficiente e sustentável, e o aprimoramento do produto ou modelo de negócio do empreendedor”, destaca  Mario Monzoni, coordenador do GVces.

Com apoio da Citi Foundation, o programa contará com uma plataforma online que irá funcionar como uma espécie de banco de dados, contendo informações e casos de algum produto ou serviço inovador das pequenas e médias para grandes empresas.  A parceria prevê, ainda, a realização de oficinas temáticas presenciais, cujo objetivo é apresentar casos de sucesso e promover a troca de informações relativas a inovação em sustentabilidade entre empresas de tamanhos e segmentos diferentes.

E o mais importante: todo esse conhecimento gerado será compartilhado:  Ao fim do primeiro ciclo do projeto, o GVces e o Citi irão promover um Fórum de Inovação e Sustentabilidade na Cadeia de Valor, com o lançamento de uma publicação com os casos selecionados durante o primeiro ano do projeto. Fique de olho!

Está no ar o Prêmio Citi Melhores Microempreendimentos

A Citi Foundation lança hoje a 7ª edição do Prêmio Citi Melhores Microempreendimentos, iniciativa realizada em 28 países, com o objetivo de valorizar e reconhecer a contribuição de pequenos empreendedores para a sustentabilidade das comunidades em que atuam. Desde a primeira edição, em 2005, mais de 6 mil empreendedores participaram, e 600 deles foram premiados.

Neste ano, as inscrições poderão ser feitas em um site dedicado ao Prêmio, a partir de hoje, 1º de setembro, até 15 de outubro. Além de todas as informações sobre o Prêmio, o site traz a história de sucesso dos vencedores de anos anteriores, mostrando como o acesso ao microcrédito mudou o rumo de suas vidas. No lançamento, já temos três casos — da padeira Antonia, da comerciante Sílvia e do fotógrafo Johnanthan – e outras serão publicadas a cada semana.

A escolha dos vencedores é baseada em critérios como capacidade de perpetuar o negócio, planejamento e superação de conflitos, geração de empregos na comunidade e crescimento. A primeira etapa de seleção é feita por funcionários do Citi, que escolhem os 30 projetos finalistas. Depois disso, um juri, composto por profissionais do mercado, escolhem os vencedores.


Sílvia Teixeira Batista Alves Soares, SS Armarinho, Feira de Santana (BA)
2º Lugar – categoria “Faturamento anual até R$ 60 mil”, em 2009

Acompanhe o site do Prêmio Citi Melhores Microempreendimentos e conheça as histórias desses vencedores – não só do Prêmio, como da vida.

Conheça os ganhadores do Concurso Saber Crescer

O Concurso Saber Crescer, parceria do Citi com a ONG Junior Achievement, realizou a final nos dias 8 e 9 de julho, em São Paulo. Nesse primeiro ano do concurso, 13,5 mil alunos se inscreveram e oito deles chegaram à final. Os três vencedores, que receberam, respectivamente, prêmios no valor de R$ 3 mil, R$ 1,5 mil e R$ 500, foram:

1º lugar: Jefferson Oliveira, do Distrito federal (DF)

2º lugar: Danielly Santos, de São Paulo (SP)

3º lugar: Rafael Resende, de Minas Gerais (MG)

O concurso, criado em 2010, busca complementar a aprendizagem dos 100 mil jovens participantes dos programas de educação financeira da Junior Achievement, por meio de diversos recursos na forma de e-learning.

Durante um ano inteiro de participação no concurso, os alunos puderam realizar cursos online, participar de quizz, fórum, canal interativo e ter acesso a diversas notícias sobre finanças. Também aconteceram ações presenciais em seis Estados brasileiros, que tiveram a participação de voluntários do Citi.

Os alunos que apresentaram a maior pontuação em seus Estados participaram da final realizada no último final de semana. “Uma experiência que levarei para o resto da vida”, diz o vencedor, Rafael Resende Assis Silva. “As palestras fizeram com que eu entedesse mais o mundo empresarial. Foi um evento completo”, finaliza.

Negociação financeira

Vencedores

Citi Foundation disponibiliza US$ 25 milhões para pesquisas

Foto: Marcos Suguio/Fotosíntese

O Citi e a Citi Foundationanunciaram a disponibilização de US$ 25 milhões, nos próximos cinco anos, para subsidiar pesquisas realizadas em universidades que tratam de serviços financeiros nas áreas de inovação, tecnologia, globalização e comportamento do consumidor. Em 2011, as contribuições da Citi Foundation serão destinadas às universidades de Columbia, Harvard, Massachussetts Institute of Tecnology (MIT), Stanford e Yale.

De acordo com o CEO do Citi, Vikram Pandit, esses recursos serão um apoio à pesquisa para melhor compreensão das enormes mudanças provocadas pela globalização, incluindo formas de ajudar a mitigar futuras crises financeiras. “Os bancos devem desempenhar um papel de liderança na discussão sobre o futuro das finanças. Entender o impacto que a inovação e a tecnologia terão sobre a competitividade, o crescimento e o comportamento do consumidor é fundamental para navegar na nova economia global e catalisar o crescimento sustentável”, diz Vikram.

Cada universidade participante será elegível para receber a contribuição de até US$ 1 milhão por ano, prorrogável, a critério da Citi Foundation, para um total de até US$ 5 milhões em cinco anos. Outras universidades serão anunciadas ao longo do projeto. As pesquisas produzidas por meio desta iniciativa não serão de propriedade do Citi ou da Citi Foundation.

Fundação Abrinq e Citi lançam publicação com foco em empreendedorismo juvenil

Foi lançado hoje, na sede da Fundação Abrinq, em São Paulo, o Guia de Empreendedorismo para Organizações Sociais. A publicação, que tem apoio do Citi, sistematiza a metodologia desenvolvida pela Fundação Abrinq para a formação de educadores que atuam com a temática do empreendedorismo juvenil em organizações sociais.

O lançamento do guia finaliza o projeto Empreendedorismo Juvenil e Microcrédito, uma parceria do Citi e da Fundação Abrinq que, desde 2006, viabiliza projetos profissionais de jovens de 18 a 24 anos das regiões da Grande São Paulo, Sorocaba e Baixada Santista

Com apoio do Sebrae, os jovens participaram de oficinas temáticas e cursos de formação continuada durante três anos. Nesse período, 64% deles elaboraram projetos de empresas nas área de beleza, entretenimento e vestuário, entre outras. Em 2009, 43% dos jovens que desenvolveram projetos receberam o microcrédito como incentivo para iniciarem sua carreira de empreendedores.

Com o lançamento do guia, o objetivo é multiplicar a metodologia para outras organizações que atuam nas áreas de juventude e empregabilidade.

Saiba mais sobre o projeto

O projeto Empreendedorismo Juvenil e Microcrédito, realizado entre 2006 e 2009 pela Fundação Abrinq com o apoio da Citi Foundation, atendeu 722 jovens de 18 a 24 anos da região metropolitana de São Paulo e cidades próximas, como Sorocaba, Santos e São Vicente. O objetivo é a qualificação profissional dos jovens e o repasse de microcrédito para que pudessem colocar seus projetos em práticas.

Fortalecendo mercados sustentáveis na Mata Atlântica

O programa Mercado Mata Atlântica atua promovendo ações para a consolidação de mercados sustentáveis em 16 estados brasileiros nos quais ainda existem remanescentes florestais. A Citi Foundation apoia o projeto “Negócios Sustentáveis na Mata Atlântica”, que visa aumentar a renda e a qualidade de vida das comunidades que estão localizadas em áreas de preservação ambiental.

A iniciativa tem foco na região do Vale do Ribeira Paulista, onde serão realizadas oficinas voltadas a pequenos empreendedores. Artesãos, agricultores familiares, líderes de associações e cooperativas de artesanato, além de prestadores de serviços voltados ao turismo serão capacitados, a fim de atrair novos investidores para a região. Além das oficinas, também serão realizadas palestras sobre Associativismo e Cooperativismo, com o apoio do SEBRAE-SP.

Com essa iniciativa, pretendemos contribuir para o fortalecimento da economia local, contribuindo para o desenvolvimento da comunidade e respeitando seus aspectos socioambientais.

Investindo na comunidade

A Citi Foundation, com sede nos Estados Unidos, tem o compromisso de apoiar projetos que tenham como foco a melhoria da situação econômica dos indivíduos e de suas famílias nas comunidades nas quais o Citi atua, bem como investir nesses projetos, de modo a melhorar os padrões econômicos e a qualidade de vida. Essa missão é colocada em prática com o aporte de recursos em programas alinhados às áreas prioritárias de ação da Citi Foundation: educação financeira, empreendimentos sustentáveis, microfinanças e educação.

Em 2010, o Citi Brasil, por meio do investimento socioambiental e atividades de voluntariado,  apoiou 88 organizações não-governamentais, beneficiando mais de 36 mil pessoas. Em 2011, são 16 projetos apoiados no país, todos relacionados às áreas prioritárias de atuação da Citi Foundation no Brasil.

Além do apoio financeiro, valorizamos e incentivamos a participação dos nossos funcionários em atividades voluntárias nos projetos assistidos. No ano passado, mais de 1,4 mil voluntários participaram das ações no Brasil em benefício das comunidades.

Citi Foundation: áreas prioritárias de atuação

Educação financeira: foco em finanças pessoais, incluindo orçamento, poupança, gestão de dívidas, serviços bancários e negociação financeira; destinado a jovens, empreendedores e famílias de baixa renda.

Empreendimentos sustentáveis: financia projetos de geração de renda de comunidades de baixa renda que trabalham com artesanato, comércio justo e agricultura familiar localizadas em áreas de preservação ambiental na Mata Atlântica.

Microfinanças: apoia instituições de fomento ao microcrédito.

Educação de jovens: formação de jovens aprendizes para o primeiro emprego.