No presente cuidando de um futuro mais tranquilo

previdencia1Que tal começar o ano de 2013 aplicando seus recursos em um plano de previdência privada? Contribuições mensais ao longo do tempo podem ser convertidas na realização de sonhos ou uma renda complementar na aposentadoria.

Além de ser uma modalidade ideal para um planejamento financeiro de longo prazo, planos de previdência privada trazem outras vantagens. Por exemplo, o investidor pode ser tributado em apenas 10%, caso esteja no regime de tributação regressiva com no mínimo dez anos de aplicação dos recursos.

Outro diferencial são os benefícios sucessórios. O saldo acumulado nesses planos não integra inventário e é transferido aos beneficiários após o aviso e análise da seguradora. Por não integrar o inventário não há incidência de ITCMD (Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação – imposto estadual incidente sobre a herança) e custas judiciais sobre o montante transferido.

O Citi possui um portfólio completo de produtos de previdência com planos de renomadas seguradoras: Icatu e MetLife. Além disso, o cliente pode diversificar a gestão dos fundos entre BNP Paribas, Legg Mason, Schroders e Franklin Templeton. Os planos atendem a todos os perfis – do conservador ao mais agressivo.

Todos os planos estão disponíveis nas versões PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre). A principal diferença entre essas alternativas previdências está no quesito imposto de renda.

O PGBL é ideal para o investidor que faz a declaração do Imposto de Renda pelo modelo completo, já que é possível deduzir da base de cálculo suas contribuições, até o limite de 12% da sua renda bruta anual (exceto 13º salário).

Já o VGBL é desenhado para quem declara Imposto de Renda no modelo simplificado, já utiliza o benefício fiscal oferecido pelo PGBL ou é isento de imposto de renda.

Para mais informações sobre os planos, acesse o nosso site ou fale com o seu gerente de Relacionamento.

O Banco Citibank S.A. não tem qualquer participação na administração e/ou gestão, não se responsabilizando, direta ou indiretamente, pela gestão dos recursos dos planos de previdência ou ainda pelo seu desempenho. A rentabilidade obtida no passado não representa garantia de resultados / rentabilidade futura. Recomenda-se a leitura cuidadosa do prospecto e regulamento do plano de previdência ao aplicar seus recursos.

Estes pontos podem definir sua escolha por uma previdência privada

*Por Eduardo Forestieri

No post anterior, dei algumas dicas para usar o 13o. salário. Entre elas, estava o investimento em sua aposentadoria, pensando num plano de previdência privada. Continuarei hoje este assunto, indicando alguns pontos que você deve observar ao escolher um produto destes.

Logo de início, a regra é simples: quanto mais jovem, menor precisa ser a contribuição para resultar no montante que você deseja receber mais para frente. É possível optar por um aporte grande inicial, depósitos periódicos e constantes, ou até contribuições esporádicas. Tudo depende da forma como você faz o planejamento financeiro. Mas meu conselho é se programar para fazer um aportes constantes no plano, como se fosse uma conta a pagar com o nome “Aposentadoria”.

O segundo ponto é avaliar os custos do plano. Os dois principais são a taxa de administração e a taxa de carregamento. A primeira é o valor anual descontado pró rata/dia pela gestão do plano. Em outra palavras é o que você paga ao gestor para colocar a estratégia de investimentos em prática no seu plano de previdência. Sempre compare as taxas oferecidas pelas instituições antes de escolher seu plano. E lembre-se: quando você consultar a rentabilidade obtida pelo seu plano, saiba que esta já considera a dedução da taxa de administração correspondente.

A taxa de carregamento pode ser cobrada sobre o valor da contribuição e/ou quando você resgata. Ela pode ser de no máximo 10% e tem como finalidade custear as despesas administrativas da instituição.
Dê preferência aos planos que cobram carregamento que tenham isenção desta taxa ou que cobram o menor valor.

Esta taxa também pode depender de quanto você irá contribuir, ou seja, as melhores taxas estão associadas a maiores contribuições; ou do tempo de permanência no plano escolhido (quanto mais tempo, menor a taxa).

No longo prazo, qualquer meio ponto percentual a mais em qualquer uma das taxas vai causar um grande impacto na sua reserva. Esteja atento para comparar as taxas de cada instituição no momento da contratação.

Terceiro e último ponto: PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) ou VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre)? Esta é uma dúvida recorrente. Em resumo, escolha PGBL se você faz declaração de imposto de renda completa. O VGBL para quem declara pela simples. Por quê?

Na declaração completa, você pode usar até 12% do valor das contribuições de um PGBL como dedução do imposto. No caso da VGBL não há este benefício fiscal.

Como a previdência privada é uma forma de renda, é preciso pagar a parte do Leão, e aí há também como avaliar a melhor tributação. Na progressiva, o desconto do imposto é sempre de 15%, feito como antecipação. O acerto restante é feito na declaração anual de imposto de renda. Já a tributação regressiva inicia com um desconto de 35% e vem reduzindo o percentual até 10% em 10 anos. O desconto será sempre feito no resgate.

E não se esqueça de definir quem será o beneficiário da sua previdência, caso você não a resgate e antes de aplicar verifique qual o tipo de investimento mais adequado para seu valor atingir o que você precisa no futuro ( renda fixa, balanceado, multimercado ou até data alvo; falarei disso nos próximos posts).

Se você tem alguma dúvida, escreva aqui. Boa escolha e até.

Eduardo Forestieri, CFP®, Superintendente de Produtos de Investimentos do Citi Wealth Management

Os especialistas do Citi estão à disposição para responder as perguntas de nossos leitores. É só deixar sua dúvida nos comentários do blog. Todos os especialistas do Citi que responderem as perguntas desta seção são certificados com o CFP – Certified Financial Planner, concedido pelo IBCPF – Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros

A hora de trocar o futuro pelo presente

*Por Eduardo Forestieri

As crianças são o futuro. Este é um dito que ouvimos há milênios. Um dia disseram esta mesma frase sobre nós. Bem, nosso futuro chegou e as crianças que fomos um dia se transformaram em adultos. E este é o momento que temos para fazer o melhor possível do presente para que no futuro nossas crianças tenham uma vida melhor.

Esta é a semana do Dia das Crianças e podemos aproveitar a oportunidade de dar a elas um presente para a vida. Um plano de previdência privada é uma das opções a oferecer aos filhos, netos, sobrinhos e afilhados nesta data.

Eu comentei sobre este assunto no início do mês. Dê uma lida: “Dando o futuro de presente”.

Além disso, a legislação vigente para os produtos de renda complementar concede vantagens financeiras, tributárias e no processo sucessório aos investidores dos planos PGBL (Plano Gerador de Benefício) e VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre).

Outro diferencial da previdência privada são os benefícios sucessórios. Em caso de falecimento do investidor, o saldo acumulado em planos PGBL e VGBL não integra o inventário e é transferido aos beneficiários imediatamente após aviso e análise da seguradora.

Ou seja, não espere. Se ainda não pensou nisso, faça agora, antes que o futuro se transforme em passado e seja tarde.

Eduardo Forestieri, CFP®, Superintendente de Produtos de Investimentos do Citi Wealth Management

Os especialistas do Citi estão à disposição para responder as perguntas de nossos leitores. É só deixar sua dúvida nos comentários do blog. Todos os especialistas do Citi que responderem as perguntas desta seção são certificados com o CFP – Certified Financial Planner, concedido pelo IBCPF – Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros

Dando o futuro como presente

*Por Eduardo Forestieri

No próximo mês teremos o Dia das Crianças. E há aqueles que, planejando, já pensam nas festas de final de ano. Hoje minha dica é sobre um presente que você pode dar agora para seu filho, sobrinho, afilhado e ele lembrará de você pela vida toda.

Quando falamos de educar financeiramente uma criança, logo vêm à mente um porquinho-cofrinho, ou negociação de brinquedos e o valor da mesada. Entretanto, podemos mostrar a elas que é possível também guardar para quando formos mais velhos. A criança não tem uma capacidade de pensamento abstrato e até os 6 ou 7 anos ela não consegue visualizar um período de tempo logo, ou entender uma poupança para “a faculdade”, por exemplo.

Mas é válido mostrar que é possível guardar dinheiro para coisas quase imediatas (um brinquedo, um passeio), e para algo maior, que levará mais tempo.

Presentear uma criança com um plano de previdência, abrir uma poupança ou incluí-la como beneficiária em um plano de seguro é uma forma de educar a partir de um exemplo concreto para o planejamento do futuro.

A partir de um aporte inicial, você pode, por exemplo, combinar com a criança que a mesma quantidade que ela economizar no cofrinho para comprar um brinquedo, por exemplo, você colocará na previdência ou poupança. Assim, ela começa a fazer uma relação de paridade e possibilidade de economia.

Conforme ela ficar mais velha, você pode mostrar a ela o saldo da poupança ou previdência e fazer comparativos com o valor de uma viagem, ou de um curso que ela queira fazer e que poderão ser concretizados com aquela economia. Incentivando, você pode mostrar à criança o valor de algo “conquistado” (e não simplesmente “ganhado”)

Independendemente da forma, presentear uma criança com algo que ela vá usufruir mais à frente, é mostrar uma preocupação genuína com o futuro dela. Já pensou nisso? Se programe para o futuro delas começar já no próximo dia das crianças!

Eduardo Forestieri, CFP®, Superintendente de Produtos de Investimentos do Citi Wealth Management

Os especialistas do Citi estão à disposição para responder as perguntas de nossos leitores. É só deixar sua dúvida nos comentários do blog. Todos os especialistas do Citi que responderem as perguntas desta seção são certificados com o CFP – Certified Financial Planner, concedido pelo IBCPF – Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros

Citi Tendências: Previdência privada não existe apenas para garantir a aposentadoria

Por Rubens Pellini Filho

No dia 22 de agosto, foi aberta uma enquete na Fan Page Citi Brasil no Facebook perguntava aos visitantes sobre qual o seu objetivo ao investir e o resultado foi o que eu esperava. Constituir uma reserva para emergências ficou em primeiro, adquirir um imóvel em segundo e garantir renda na aposentadoria em terceiro. Pagar o estudo dos filhos ficou com um humilhante quinto lugar.

A enquete reforça o que já é senso comum quanto ao brasileiro não pensar a longo prazo quando o tema é investimento. É algo a ser considerado, se pensarmos que o brasileiro ou brasileira passará pelo menos 40 anos trabalhando antes de atingir a idade mínima de 65 anos para se aposentar. Só para comparar, a expectativa de vida de um brasileiro no início do século 20 girava em torno dos 35 anos.

Uma possibilidade para este aparente desinteresse pode ser que hoje a previdência privada está entre os cinco benefícios mais oferecidos pelas empresas como forma de atrair e manter os bons funcionários. O problema é que poucos avaliam se o aporte de capital feito pela empresa será suficiente para ter uma renda expressiva e deixam de pensar em fazer o seu próprio investimento para garantir o se próprio futuro ou o de sua família.

Investir em um fundo de previdência privada, seja para garantir a aposentadoria ou o estudo dos filhos, é uma tarefa para quem tem paciência e não espera resultados a curto prazo. Características pouco comuns entre nós, reconheço. Planejar e investir a longo prazo se torna hoje uma necessidade cada vez mais imperiosa, visto que a previsão de vida de um brasileiro neste século está na faixa de entre 73 a 80 anos.

Planos de previdência privada, incluindo os destinados a educação, são a opção mais óbvia para quem deseja ter um futuro tranquilo. Têm as vantagens inerentes aos investimentos de longo prazo, incluindo a possibilidade de dedução parcial do valor investido ou isenção no pagamento de Imposto de Renda, conforme a modalidade adotada.

Outro fator atraente que deve ser levado em conta neste caso também é que não é necessário esperar pelos 65 anos para você aproveitar o seu investimento. Após dez anos de aplicação, você pode sacar os rendimentos ou o valor total investido, pagando a alíquota mínima de IR.

Consulte seu corretor de investimentos e veja os benefícios que um plano de previdência privada podem trazer para você e seus familiares. Não custa lembrar que é preciso escolher o plano mais adequado para o seu projeto de vida. E até, quem sabe, poder trabalhar menos e aproveitar mais a vida antes do que esperava!

Rubens Pellini Filho, é jornalista com 19 anos de experiência e Pós-graduado em Gestão da Comunicação Empresarial pela FGV, tendo trabalhado no Jornal O Estado de São Paulo e como editor-executivo da Rede Bom Dia de jornais.

Planos de previdência privada: muito além da aposentadoria

Planos de previdência vão muito além de garantir uma renda complementar na aposentadoria. Esse tipo de produto é também uma opção interessante como investimento. A legislação vigente para os produtos de renda complementar concede vantagens financeiras, tributárias e no processo sucessório aos investidores dos planos PGBL (Plano Gerador de Benefício) e VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre). Em ambas as opções, não há incidência do Come-Cotas (imposto de renda cobrado semestralmente em fundos de investimento), além de o investidor poder ser tributado em apenas 10% de imposto, caso esteja no regime de tributação regressiva, com no mínimo 10 anos de aplicação dos recursos.

Outro diferencial da previdência privada são os benefícios sucessórios. Em caso de falecimento do investidor, o saldo acumulado em planos PGBL e VGBL não integra o inventário e é transferido aos beneficiários imediatamente após aviso e análise da seguradora. Além disso, a indicação de beneficiários é livre e existe a possibilidade de alteração a qualquer momento. Por não integrar inventário, não há incidência de ITCMD (Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação), custos judiciais e advocatícios sobre o montante transferido.

A portabilidade, ou seja, a possibilidade de transferir todo o saldo acumulado em um plano para outro plano de mesma modalidade, sem incidência de taxas nem impostos, também está garantida por lei e é mais um benefício de se investir em um plano de previdência complementar.

O Citi disponibiliza para os seus clientes planos de previdência diferenciados e com taxas extremamente competitivas. Para mais informações, acesse nosso site ou fale com seu gerente de relacionamento.

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