Crediário: pesquise bem as taxas de juros

emprestimo_onlineTemos que ser francos. Crediário pode ser uma bênção ou uma bola de neve infinita. Um ou outro depende mais da pessoa que adquire o parcelamento que do produto em si. Mesmo assim, quando você for utilizar um crediário é importante prestar atenção na taxa de juros, em lugar de olhar somente o valor da parcela.

Como funciona o pagamento parcelado de um produto? O mercado, no caso os lojistas, decide em até quantas vezes o cliente pode pagar sem cobrança de juros. Portanto, a regra número 1 é negociar diretamente com o fornecedor.

Ao atingir seu limite de parcelamento sem juros, o comerciante pode oferecer a opção de parcelamento com juros – este é o crediário. Neste caso, quem possibilita esta transação é uma instituição financeira que assume o risco de crédito, ou seja, seria uma garantia ao lojista de que a dívida será paga, mesmo que o consumidor não honre o crediário.

Para o comércio em geral de produtos de consumo (exclui-se, por exemplo, um imóvel ou automóvel), o parcelamento costuma chegar a 24 vezes. E aí entra a conta das taxas de juros.

Há modelos que mantém os mesmos juros, independentemente do número de parcelas. Outros, que fazem uma redução do percentual de juros cobrados, conforme as parcelas forem mais longas. Nestes casos, é possível conseguir melhores condições até que os crediários oferecidos pelas próprias lojas.

Então, conforme for o seu planejamento financeiro, um crediário bem escolhido pode facilitar a compra, tendo juros mais baixos que o mercado. Compare!

No nosso caso, iniciamos uma parceria com a Redecard, para oferecer o crediário, com parcelamento em até 24 vezes com juros, a uma taxa de juros atraente. Isso pode ser feito por qualquer cliente Citi, Credicard! Consulte o lojista e verifique a disponibilidade do crediário!

Crédito automático é opção para minimizar imprevistos financeiros

credito_automatico_blogDespesas de última hora, surpresas e imprevistos sempre acontecem. Por isso, contar com um recurso que conceda crédito de forma rápida é um benefício que pode evitar muita dor de cabeça quando precisamos de dinheiro à mão, não é? Pode ser a mala extra para viagem, a conta do valet da sua festa de casamento ou aquele restinho que falta para completar a parcela das chaves do imóvel.

Sabia que existe a opção de contratar o serviço de crédito automático? O CitiCrédito Automático é um empréstimo pessoal que cai direto na conta e pode ser solicitado tanto pelo caixa eletrônico e agências, como online ou pelo CitiPhone Banking. Ou seja, dá para contratar no conforto da sua casa e a qualquer momento, já que o recurso está disponível 24 horas por dia, todos os dias da semana.

Além de crédito imediato direto na conta corrente e que não precisa de aprovação, você ainda tem até 60 dias para pagar as contas de início de ano. E o Citi possibilita o pagamento do empréstimo em até 36 parcelas, com a opção de ser em débito automático em conta corrente. Ou seja, você tem uma “folga” para colocar em prática seu planejamento financeiro.

Dessa forma, é possível focar no que realmente importa em nossa vida: um pedido de casamento inesperado, um novo carro, a compra de um apartamento ou a família aumentando de tamanho. Seja pelo motivo que for, você pode resolver os imprevistos, ficar tranquilo e assegurar sua segurança financeira pessoal e familiar. Para mais informações sobre como ter esse serviço em sua conta, acesse www.citibank.com.br ou converse com o seu gerente.

Financiamento é mais interessante que consórcio?

*Por Eduardo Forestieri

Como já falamos anteriormente em nossa coluna, carro próprio é o sonho de boa parte da população brasileira. E quase 100% das pessoas quer ter sua própria casa e deixar de pagar aluguel. Hoje vamos discutir um pouco sobre duas formas de aquisição destes dois bens: o consórcio e o financiamento.

No primeiro caso, um grupo de pessoas com interesse comum se une para adquirir um bem. Todos receberão eventualmente o que estão comprando, mas a ordem de recebimento é feita ou por sorteio, ou por lances (com uma quantia maior de dinheiro, quase quitando a dívida). Cada associado paga uma parcela mensal, formada pelo valor total do carro ou imóvel dividido pelo número de meses do consórcio, mais uma taxa de administração do grupo. Visualmente, fica assim:

Parcela = valor total do bem/número de meses do consórcio + taxa de administração

Já no financiamento, a pessoa empresta de uma instituição (pode ser um banco, a construtura, a montadora, etc.) o valor total do carro ou do imóvel, compra, recebe na hora seu bem, e passa a ter uma dívida com esta instituição, geralmente acrescido de juros mensais.

O que é melhor? Depende do seu planejamento. No caso do consórcio, em geral, o valor total a ser pago é menor que no financiamento, pois a taxa de administração é mais baixa que a soma dos juros. O consórcio acaba funcionando como uma poupança que você faz para comprar alguma coisa.

Porém, você poderá esperar mais para receber seu bem e as parcelas são variáveis, por depender da adimplência de todos os participantes. No financiamento, os juros totais podem ser mais altos, mas você tem o bem imediatamente e as parcelas são fixas.

Não consigo pagar. E agora?

Independentemente da sua escolha, é preciso planejar e ter em mente que você assumirá uma dívida de longo prazo. Avalie suas condições de sustentar os pagamentos, caso haja algum imprevisto em seu orçamento.

Se, entretanto, você não conseguir mais pagar as prestações ou, por algum motivo, desejar desistir do negócio, a primeira atitude é contatar os administradores ou instituições e fechar algum acordo, com recálculo ou redução de parcelas.

Especificamente no caso do consórcio, é possível ir ao mercado e vender sua cota (desde que a administradora autorize o negócio). Tome esta decisão rapidamente. É melhor ter um prejuízo leve na venda da cota do que “carregar” uma dívida que não poderá saldar.

Outra possibilidade, caso você queira o bem, mas está impossibilitado momentaneamente de quitar as prestações é deixar de pagar e retomar a dívida em alguns meses. Neste caso, lembre-se que você perde o direito do sorteio ou da possibilidade de dar um lance, enquanto estiver irregular. Não se esqueça também de verificar no contato do consórcio quantas parcelas poderá deixar de pagar antes de ser excluído do grupo. Se for preciso, tente negociar um aumento neste número.

Ficou alguma dúvida? Escreva aqui. Vamos ajudá-lo a planejar para alcançar seus sonhos.

 

Eduardo Forestieri, CFP®, Superintendente de Produtos de Investimentos do Citi Wealth Management

Os especialistas do Citi estão à disposição para responder as perguntas de nossos leitores. É só deixar sua dúvida nos comentários do blog. Todos os especialistas do Citi que responderem as perguntas desta seção são certificados com o CFP – Certified Financial Planner, concedido pelo IBCPF – Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros

Encontrou o imóvel dos sonhos? Então veja nossas dicas

Depois de muita procura, dúvidas, negociações, finalmente você encontra o imóvel que queria. Parabéns! A próxima fase é iniciar todos os trâmites que o levarão às chaves. Como esta parte é menos interessante que a etapa anterior (de buscar o imóvel), alguns detalhes pode passar despercebidos. Fique atento às nossas dicas:

• Solicite ao vendedor a matrícula atualizada e o IPTU do imóvel. Veja na matrícula se o imóvel está registrado em nome do vendedor;

• Compare as informações de endereço e de áreas de terreno e construção que constam na matrícula, no IPTU e no próprio imóvel. Informações divergentes podem impedir a contratação do financiamento;

• Verifique se o local em que o imóvel está situado corre algum tipo de risco, como histórico de enchentes, desapropriações ou outros problemas que possam desvalorizá-lo no futuro. Para mais informações, consulte a prefeitura do município do imóvel;

• É importante visitar o imóvel desejado em diferentes horários e dias. Esta é a melhor maneira de conhecer o bairro e as redondezas. Verifique também os trajetos de ônibus, feiras livres, acessos obstruídos, poluição sonora, segurança e vida noturna.

O Citi tem várias linhas de crédito para o momento de concretizar mais este sonho. Acesse para conhecer o crédito imobiliário Citi e faça uma simulação. Vai uma dica: O Citi negocia taxas baseado no relacionamento do cliente ou nas condições de cada financiamento (valor financiado e prazo, por exemplo). Solicite uma taxa diferenciada ao gerente de relacionamento Citi ou envie uma solicitação para ser contatado.

Dúvida de leitor: Pagar o cheque especial ou manter a aplicação?

*Por Eduardo Forestieri

Nossa leitora Tânia diz que tem uma dívida com seu cheque especial e também tem investimentos. Ela prefere pagar os juros do especial e amortizar aos poucos a dívida, em lugar de tirar o dinheiro do investimento e quitar o débito. Tânia também pondera que se retirar o investimento, dificilmente irá repor. Ela nos pergunta se está agindo certo.

Resolvemos, então, escrever este post extra porque esta é a dúvida de outras pessoas: quitar uma dívida, ou pagar a longo prazo e manter o dinheiro investido?

No caso da Tânia, a resposta precisa ser dividida em duas questões : financeira e de hábitos ou comportamentos.

Se olharmos somente o lado financeiro, a opção da nossa leitora não é a melhor. Com certeza, o valor que rende a aplicação é menor que os juros e IOF pagos pela utilização do cheque especial. Neste caso, o melhor é sempre quitar primeiramente qualquer dívida que tenha juros, para depois iniciar um investimento.

Entretanto, temos também que considerar os hábitos das pessoas (chamamos isso de comportamento financeiro ou finanças comportamentais). Se é melhor não usar a reserva investida para sempre ter um montante que possa ser usado para concretizar um sonho ou para uma eventualidade inesperada (mesmo ao custo de pagar mais juros do que recebe), o mais indicado é manter a reserva onde está.

Porém, é importante ter um prazo curto para quitar a dívida do cheque especial, para não se transformar em algo impagável.

O ideal no caso da Tânia e de outras pessoas na mesma situação, considerando características financeiras, comportamentais e de investimentos, é planejar e ter uma rígida disciplina a curto prazo. Desta forma, a médio prazo não será mais necessário tomar crédito, além de sobrar dinheiro no final do mês suficiente para aumentar a reserva.

Se você tem alguma dúvida, escreva aqui no blog que eu responderei.

Eduardo Forestieri, CFP®, Superintendente de Produtos de Investimentos do Citi Wealth Management

Os especialistas do Citi estão à disposição para responder as perguntas de nossos leitores. É só deixar sua dúvida nos comentários do blog. Todos os especialistas do Citi que responderem as perguntas desta seção são certificados com o CFP – Certified Financial Planner, concedido pelo IBCPF – Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros

Citi lança programa para fortalecer rede de microfinanças e promover a inclusão financeira

No Brasil, a melhoria do acesso e da prestação de serviços financeiros à população de baixa renda e a promoção da inclusão financeira passam necessariamente por investimentos que possibilitem aumentar a capacidade e o alcance do setor de microfinanças. É com esse objetivo que foi lançado o Programa de Fortalecimento de Redes de Microfinanças, iniciativa que vai contar com um investimento de US$ 1 milhão da Citi Foundation durante os próximos três anos.

O programa visa apoiar o fortalecimento de duas das mais importantes associações de instituições de microfinanças (IMF) do país: a ABCRED – Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças e a ABSCM – Associação Brasileira das Sociedades de Crédito ao Microempreendedor e à Empresa de Pequeno Porte. A iniciativa também conta com o apoio do BNDES e do Centro de Estudos em Microfinanças da FGV.

Segundo dados de 2009 do “Projeto Inclusão Financeira: Perspectivas e Desafios para a Inclusão Financeira no Brasil – visão de diferentes atores”, realizado pelo Banco Central do Brasil, a demanda por microcrédito no Brasil pode ser estimada em 70 milhões de pessoas, que são aquelas sem renda ou com renda de até três salários mínimos. Desse total, metade teria interesse em receber microcrédito, mas acaba não tendo acesso a esses recursos. “Para mudar esse cenário, é preciso fortalecer as instituições de microfinanças, de modo a prepará-las para atender a demanda atual, tanto do ponto de vista de volume financeiro quanto do aumento da capilaridade”, explica a superintendente de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade do Citi Brasil, Priscilla Cortezze.

Metodologia

A metodologia proposta é baseada no modelo já utilizado com sucesso pelo SEEP Networks durante o “Programa Citi de Fortalecimento de Redes” (Citi Network Strengthening Program), realizado entre novembro de 2007 e dezembro de 2010. O principal objetivo do programa foi fortalecer capacidades operacionais, técnicas e financeiras de 12 associações de microfinanças nacionais e regionais como forma de promover o crescimento e o desenvolvimento dos setores de microfinanças locais, voltados à população de baixa renda e à inclusão financeira.

A metodologia está baseada em três pilares que se reforçam mutuamente: o fortalecimento institucional por meio de diagnóstico e avaliação de capacidades das associações e planejamento estruturado para seu alinhamento estratégico; transparência e suporte técnico na prestação de serviços aos membros associados; e o intercâmbio de conhecimento e melhores práticas internacionais entres associações.. O programa é baseado na metodologia do SEEP e foi adaptado para atender as necessidades específicas de cada uma das associações.

Citibank reduz taxas de juros para pessoa física

Medida passa a valer a partir de 2 de maio, com destaque para o Crédito Imobiliário, que terá taxa de 8,90% ao ano + TR

A partir do dia 2 de maio, o Citibank reduz as taxas para seus clientes Pessoa Física nas linhas de Crédito Imobiliário, Crédito Pessoal, Cheque Especial e Financiamento de Veículos. Uma das reduções mais relevantes acontece na linha de Crédito Imobiliário, onde o banco passa a trabalhar com taxa de 8,90% ao ano + TR.

As mudanças valem para as novas operações de Financiamento de Veículos, Crédito Imobiliário e Crédito Pessoal. No caso do Cheque Especial, as novas taxas serão praticadas para contratos vigentes. As taxas podem variar de acordo com o relacionamento do cliente com o banco ou com as condições de prazo e valor do contrato.

“Em linha com o novo cenário da economia brasileira, de juros mais baixos e estímulo ao crédito, vamos reduzir nossas taxas, buscando contribuir para o crescimento econômico do país”, afirma Leonel Andrade, responsável pela área de Consumer Business do Citi Brasil, que engloba o Citibank e a Credicard.

As condições estabelecidas para cada linha de crédito estão detalhadas a seguir:

Crédito Imobiliário – taxa de 8,90% ao ano + TR (Taxa Referencial) para financiamentos contratados nas condições do Sistema Financeiro de Habitação (SFH);

Crédito Pessoal – taxas a partir de 1,69% ao mês;

Cheque Especial – taxas a partir de 1,99% ao mês;

Financiamento de Veículos – taxas a partir de 0,99% ao mês.

Fale com seu gerente de relacionamento.

Se as contas do início do ano ainda não fecharam, o crédito no Citi é rápido

Rápido, fácil, seguro. Estas são três palavras que todos querem quando estão fazendo uma transação bancária. Ainda mais no início do ano, quando nosso dinheiro parece querer sair correndo da carteira.

Para solicitar o CitiCrédito pelo Citibank Online agora basta alguns poucos cliques. Ao acessar o site você já encontra no menu superior a opção “Empréstimo”, com a qual é possível simular e contratar o crédito. E nosso cliente tem até 48 meses para pagar e 45 dias para o início da primeira parcela. Tudo para você não ficar apertado neste período de férias e Carnaval.

E se você prefere mais aquele negócio fechado olho no olho, com um aperto de mão, seu gerente de relacionamento o aguarda nas nossas agências.

Crédito: um dia você vai conviver com ele

Há uma frase famosa nos Estados Unidos, dita por Benjamin Franklin, que diz: nothing is certain, but death and taxes (nada é certeza, a não ser a morte e os impostos – numa tradução livre). Se ele vivesse em nossos dias, provavelmente acrescentaria a palavra “crédito” em sua afirmação.

Isso porque na economia mundial atual é praticamente impossível que uma pessoa com uma vida financeira bancária ativa (ou seja, que possua conta em bancos) não vá usar um dos produtos de crédito. Seja o cartão de crédito, o cheque especial, créditos imobiliários ou para compra de automóvel, entre outros diversos.

Nos vídeos abaixo, nosso vice-presidente de Risco, Victor Loyola, comenta o crescimento do crédito nos últimos anos e sua importância para fazer girar a economia brasileira. Ele também fala sobre como usar bem o crédito (com dicas valiosas para fazer desta ferramenta sua aliada financeira). No último ele comenta a validade na nova lei do Cadastro Positivo.

A lei do Cadastro Positivo – será que é válida para o consumidor? Loyola acredita que sim. O benefício de ter a informação de adimplência divulgada vale à pena.

Antecipe sua restituição do Imposto de Renda

Na hora de preencher seu Imposto de Renda, escolha o Citi como o banco para receber a sua restituição. Dessa forma, você poderá antecipar até 70% desse crédito.

O produto pode ser contratado até 31 de maio, no valor mínimo de R$ 500. Dessa forma, sua restituição deverá ser, no mínimo, de R$ 715. O pagamento da antecipação será feito no dia em que for creditada a sua restituição do Imposto de Renda, ou até 15 de dezembro de 2011, o que acontecer primeiro.

Para mais informações, consulte o nosso site ou o seu gerente de relacionamento.