Ibovespa fecha em queda

Citi Corretora – O Ibovespa encerrou a sessão em queda de 1,07%, aos 56.361 pontos, acompanhando o cenário de maior aversão a risco observado nas bolsas do exterior. O dado positivo de construção de moradias nos EUA foi ofuscado pela preocupação com a evolução da crise na Europa, após o parlamento do Chipre rejeitar o plano que instituiria um imposto sobre depósitos.

No mercado local, as perdas do Ibovespa foram impulsionadas pela forte queda nas ações da Vale (-3,9%), que foram afetadas pelo corte nas estimativas de preço do minério de ferro por parte de uma grande instituição financeira estrangeira. CSN (-6,4%) liderou as perdas do índice após confirmar, segundo o Valor Econômico, uma oferta de US$ 3,8 bilhões por ativos da alemã Thyssen.

No lado positivo, Natura (+2,4%) seguiu em movimento de repique, assim como OGX (+1,6%). CCR (+1,5%) divulgou resultados acima do esperado pelo consenso e também esteve entre os maiores ganhos do dia. O giro financeiro totalizou R$ 6,9 bilhões, cerca de 20% abaixo da média das últimas 20 sessões.

IPCA acima do esperado influencia ações do Ibovespa, que fecha em queda

Citi Corretora – Na contramão das bolsas dos EUA e da Europa, que reagiram bem ao dado de emprego acima do esperado nos EUA, o Ibovespa caiu 0,70%, aos 58.433 pontos, reduzindo a alta acumulada na semana para 2,8%.

O principal dado da agenda local foi o IPCA de Fevereiro, que veio em 0,60% (vs 0,49% o esperado pelo consenso), o que aumenta a probabilidade de aumento da taxa de juros nas próximas reuniões do Copom. Nomes com peso elevado no índice como Petrobras (-3,1%), Vale (-2,3%) e OGX (-8,5%) devolveram parte dos ganhos registrados nas últimas sessões.

Os bancos puxaram o índice, com destaque para Santander Brasil (+4,2%) e Itaú Unibanco (+3,0%). B2W (+5,1%) e Cetip (+4,0%) reportaram seus resultados do 4T12 e também apareceram entre as maiores altas.

O giro financeiro totalizou R$ 7,5 bilhões, em linha com a média das últimas 20 sessões.

Papéis do grupo EBX lideram altas em dia de valorização do Ibovespa

Citi Corretora – O Ibovespa encerrou a sessão em alta de 1,56%, aos 58.847 pontos, enquanto as bolsas nos EUA e na Europa operaram com ganhos mais modestos. Ações do Grupo EBX lideraram as altas inflenciadas pelo anúncio do acordo de cooperação estratégica com o BTG Pactual, reduzindo a percepção de risco relacionada à execução e ao financiamento dos projetos. MMX (+17%), OGX (+16,4%) e LLX (+10,4%) registraram as três maiores valorizações do índice.

Ações do setor elétrico também tiveram fortes altas com a notícia de que o governo estuda uma forma de ajudar as distribuidoras e de diluir o impacto dos altos custos da eletricidade ocasionados pelo baixo nível dos reservatórios. Cobertura de posições vendidas também parece ter exercido um papel importante no rali do setor elétrico, cujos destaques foram Eletropaulo (+9,7%), Eletrobrás ON (+7,2%) e Light (+5,8%).

Petrobras (+5,0%) seguiu em forte alta ainda como reflexo do anúncio do aumento do preço do diesel. Comunicado do Copom, que embora tenha decidido manter a taxa Selic em 7,25%, deixou em aberto a possibilidade de alta nos próximos meses. A notícia parece ter afetado ações de setores que oferecem proteção contra a inflação, tais quais Concessões e Shoppings. Dado de produção industrial de Janeiro acima do consenso (+2,5% m/m vs +1,6% o esperado) foi o destaque da agenda local e pode ter contribuído para melhorar a confiança dos investidores.

Entre as maiores baixas, destaque para nomes que acumularam valorizações expressivas nos últimos meses, casos de Duratex (-3,6%), Pão de Açúcar (-3,0%) e Cosan (-2,9%).

O giro financeiro totalizou R$10,5 bilhões, cerca de 50% acima média das últimas 20 sessões.

Ibovespa fecha em alta com destaque para Petrobras

Citi Corretora – O Ibovespa encerrou a sessão em forte alta, aos 57.940 pontos, impulsionado pela valorização expressiva nas ações da Petrobras (PETR3: +15%; PETR4: +9%),  ocasionada pelo surpreendente anúncio de aumento de 5% no preço do diesel. Nos EUA, dia de ganhos modestos com a contribuição do dado positivo sobre a criação de empregos no setor privado (ADP).

No mercado local, todos os setores fecharam em alta, com ações com peso elevado no índice acompanhando o movimento de Petrobras. Destaques ficaram com os papéis da Vale, OGX e das companhias siderúrgicas. As ações do Santander Brasil também fecharam em alta acentuada novamente influenciadas por rumores de M&A.

Apenas 7 ações do Ibovespa encerraram a sessão em território negativo, com destaque para defensivas domésticas como CCR e Ultrapar.

O giro financeiro totalizou R$ 9,1 bilhões, cerca de 20% da média das últimas 20 sessões. As ações da Petrobras negociaram mais de R$ 2 bilhões.

Papéis da Vale caem e puxam Ibovespa para baixo

Citi Corretora – O Ibovespa encerrou a sessão em baixa de 0,68%, aos 56.499 pontos, enquanto os principais índices dos EUA e da Europa mostraram ganhos modestos. O índice brasileiro foi pressionado, principalmente, pela queda nas ações da Vale (-3,4%), que, por sua vez, foram afetadas pelo anúncio de medidas para conter o avanço dos preços dos imóveis em algumas cidades da China.

Incertezas relacionadas ao cenário político da Itália também concentraram atenções e mantiveram os ativos de risco sob pressão. OGX (-4,6%) foi novamente destaque de baixa após ter seu preço-alvo reduzido por uma corretora concorrente.

Por outro lado, LLX (+10,2%), Gol (+4,7%) e JBS (+3,0%) lideraram as altas. Usiminas (+1,2%) foi outro destaque positivo, refletindo o aumento da probabilidade de que os aumentos de preços sendo implementados no mercado doméstico sejam efetivos, após a concorrência anunciar que também está aumentando preços.

O giro financeiro totalizou R$ 6,5 bilhões, em linha com a média das últimas 20 sessões.

Após três sessões em alta, Ibovespa encerra a semana em terreno negativo

Citi Corretora – O Ibovespa encerrou a sessão em queda de 0,94%, aos 56.884 pontos, na contramão das bolsas dos EUA, que operaram com ganhos moderados. Dado ruim sobre a economia chinesa (PMI Manufatura) pesou sobre a Vale (-3,6%) e siderúrgicas, o que foi contrabalanceado pelo repique em Petrobras (+1,7%) e pela alta nos bancos.

As ações do setor financeiro foram beneficiadas pela publicação de resoluções Conselho Monetário Nacional que prevêem mecanismos para reforçar o capital dos bancos no contexto da implementação das regras de Basiléia III. Dado de PIB (+0,6% t/t vs +0,8% t/t o esperado pelo consenso) confirmou o resultado fraco da economia brasileira no 4T12, o que não evitou que nomes expostos ao mercado doméstico liderassem as altas (BRML3: +2,3%; NATU3: +2,1%; HGTX3: +1,8%).

Por outro lado, MMX (-5,7%) liderou as baixas do índice, acompanhada por empresas de alimentos (MRFG3: -4,6%; JBSS3: -3,8%), Construtoras (PDGR3: -5,0%; GFSA3: -4,2%) e OGX (-3,5%).

O giro financeiro totalizou R$7,3 bilhões, em linha com a média das últimas 20 sessões.

Ibovespa sobe na sessão, mas termina o fechado do mês em terreno negativo

Citi Corretora – O Ibovespa encerrou a sessão em alta de 0,26%, aos 57.424 pontos. Em fevereiro, o índice caiu 3,9%.

Bolsas no exterior subiram com especulações de que a Itália formará um governo de coalizão. Sinalizações recentes do Fed e do BCE no sentido de manter os esforços para estimular as economias dos EUA e da Zona do Euro deram suporte aos mercados. A indicação do novo presidente do  BOJ (Banco Central do Japão), que deverá contar com uma agenda mais ativa para impulsionar o crescimento daquela importante economia, também estimulou os mercados.

No Brasil, o Ibovespa foi pressionado pelas quedas nas ações de Petrobras (-1,2%) e OGX (-4,3%). MMX (-6,4%), Brookfield (-3,1%) e Marfrig (-2,4%) também sofreram perdas importantes na sessão.

No lado positivo, Vale (+3,1%) reagiu bem aos resultados trimestrais, apesar de eles terem vindo um pouco abaixo do esperado. Gol (+3,6%) apareceu entre as maiores altas após protocolar pedido de IPO da Smiles, sua controlada. Cosan (+3,1%) foi outro destaque positivo, após anunciar que está analisando alternativas para simplificar a estrutura societária.

O giro financeiro desta quinta-feira totalizou R$ 8,7 bilhões, cerca de 10% acima da média das últimas 20 sessões.

Em dia de sessão volátil, Ibovespa encerra no azul

Citi Corretora – O Ibovespa apresentou alta pela segunda sessão consecutiva (+0,57%) e fechou o dia aos 57.274 pontos. Bolsas nos EUA também operaram no azul, com dados de moradia e encomendas de bens duráveis acima das expectativas.

A sessão foi bastante volátil, com o índice ganhando força no final da tarde após a virada nas ações da Vale (+0,4%), antes da divulgação de seus resultados. Setor de Construção foi destaque positivo ao emplacar 3 das 5 maiores altas (MRVE: +6,6%; GFSA3: +5,6%; BISA3: +4,2%). Eletrobrás ON (+4,9%), Duratex (+3,7%) e BR Malls (+3,5%) foram outros nomes que figuraram entre as maiores valorizações.

Por outro lado, Eletropaulo (-5,9%) e Ambev (-2,7%) estiveram entre as maiores baixas após a divulgação de seus resultados do 4T12. OGX (-3,2%) e siderúrgicas também operaram no vermelho, o que evitou uma alta maior do Ibovespa.

O giro financeiro totalizou R$ 7,8 bilhões, cerca de 20% acima da média das últimas 20 sessões.

Siderúrgicas puxam Ibovespa para cima e índice fecha em alta

Citi Corretora – O Ibovespa encerrou a sessão em alta de 0,59%, aos 56.949 pontos. Na mínima do dia, o índice chegou a cair 1%, mas se recuperou no período da tarde, principalmente após Vale (+2,5%), OGX (+4,0%) e siderúrgicas virarem para território positivo. Bolsas dos EUA também operaram em alta com dados de confiança e do setor imobiliário acima do esperado pelo consenso.

Ações do setor elétrico tiveram sessão positiva após corretora concorrente elevar recomendações para diversos nomes, com destaque para Eletrobrás ON (+4,1%), que liderou as altas do dia. JBS (+4,0%), Duratex (+3,5%) e TIM (+2,7%) também figuraram entre os maiores ganhos do Ibovespa.

No lado negativo, destaque para BR Malls (-2,7%) e para os bancos (BBDC4: -2,2%; ITUB4: -1,8%).

O giro financeiro totalizou R$ 8,1 bilhões, cerca de 10% acima da média das últimas 20 sessões.

Ibovespa abre a semana próximo da estabilidade

Citi Corretora – O Ibovespa encerrou a sessão próximo da estabilidade (-0,14%), aos 56.617 pontos. Bolsas dos EUA operaram em baixa com as projeções sobre os resultados das eleições na Itália gerando receios quanto a uma potencial divisão no Parlamento desse país, fato que poderia ocasionar uma nova eleição.

No mercado local, o destaque ficou por conta de especulações em torno da trajetória da taxa de juros, após o presidente do Banco Central mostrar-se preocupado com a inflação em entrevistas concedidas recentemente. Usiminas (+6,8%) liderou as altas do índice com especulações sobre um potencial aumento no preço do aço. Vale (+0,5%) também operou no azul após ter recomendação elevada por uma corretora concorrente. Telefonica Brasil (+3,3%), que divulgou resultados pela manhã, esteve entre as maiores altas.

OGX (-8,9%) e Petrobras (-1,2%), por outro lado, registraram perdas, pressionando o índice. Ambev (-3,3%) foi outro nome a mostrar perdas elevadas após notícia indicar que as vendas de cervejas no Brasil caíram em janeiro.

O giro financeiro totalizou R$ 7,3 bilhões, em linha com a média das últimas 20 sessões.