O seguro morreu de velho

*Por Eduardo Forestieri

Você provavelmente já ouviu a expressão que dá título a este post. Um ditado antigo, herança dos nossos compatriotas portugueses, que vem do latim se + curus, ou seja, livre de cuidados e preocupações. O termo existe em nossa língua desde o século XIII e quer dizer protegido, isento de riscos, firme, confiável e prudente. E este ditado é o tema de nosso papo de hoje: “Como me planejar para os riscos do dia a dia?”

Estamos todos sujeitos a situações inesperadas, seja provocadas pelo homem (incêndio, furto, assalto, acidente) ou pela natureza (raios, queimadas, enchentes). Os riscos estão no cotidiano de todos, independentemente da região onde mora, da profissão que exerce ou da condição que tem de vida. Temos dois aspectos a serem abordados nesta questão: o de comportamento e de minimização de efeitos.

No primeiro, planejar o risco é entender qual seu estilo de vida, e quais pequenas mudanças de atitude poderiam ser adotadas para reduzir a possibilidade de um incidente. Aqui podemos incluir todas as dicas e conselhos sobre atenção com a saúde, ao dirigir, na prática de um esporte mais radical, ao trocar uma lâmpada ou usar um equipamento ou ferramenta; viajando de carro, ônibus, trem ou avião; estar mais atento em locais escuros, desertos ou desconhecidos. Se analisarmos cada etapa do nosso dia, certamente descobriremos atitudes e comportamentos que podem nos deixar mais seguros, sem obviamente, cair no exagero (o que transformaria a vida num eterno risco).

Quando precisamos minimizar os efeitos de algo que não pode ser evitado, podemos contar com os seguros. Bem aplicados, estes produtos podem garantir uma proteção contra falta de renda, roubo, enchentes e o que mais for necessário. Este planejamento requer uma avaliação dos pontos de mais risco e de maior importância na vida de cada um. O que quer dizer, que não é o mesmo grupo de seguros que servirá a todos. Meu conselho é conversar com o especialista – seja ele seu gerente, um planejador financeiro ou agente de seguros – para que, juntos, possam identificar aqueles mais adequados, com melhores benefícios e com as coberturas adequadas para seu perfil e fase da vida enfim à sua realidade.

Pensando antes, você conseguirá ter uma nova atitude frente aos riscos e minimizará ao máximo os inconvenientes de um incidente. E, interpretando o ditado: até a pessoa segura morrerá um dia, mas será de uma forma melhor e mais bem planejada.

Eduardo Forestieri, CFP®, Superintendente de Produtos de Investimentos do Citi Wealth Management

Os especialistas do Citi estão à disposição para responder as perguntas de nossos leitores. É só deixar sua dúvida nos comentários do blog. Todos os especialistas do Citi que responderem as perguntas desta seção são certificados com o CFP – Certified Financial Planner, concedido pelo IBCPF – Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros

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