Espaço Cultural Citi com nova exposição: sonhos na mão de Adão

Neste final de semana, os paulistanos ou quem estiver passeando pela Av. Paulista, em São Paulo, podem se programar para conhecer a nova exposição do Espaço Cultural Citi. O poeta e editor Floriano Martins apresenta a mostra “Na mão de Adão cabem todos os sonhos”. Com curadoria do crítico de arte Jacob Klintowitz, a exposição reúne 29 fotografias digitais e poderá ser vista até o dia 17 de agosto.

A imagem que inspira o nome (foto) da mostra exibe uma mão estendida, recoberta de areia, num aspecto terroso, quase ancestral, como se viesse de tempos imemoriais.
E é na mão do primeiro ser da espécie humana, animada pelo sopro divino, onde repousam os sonhos de toda uma raça, detentora de uma inegável capacidade de transformar inquietações internas e sonhos em ficções poéticas e objetivas.

“Floriano Martins não é exatamente um fotógrafo, mas um inventor de imagens fotográficas. A máquina, o computador e o laboratório são seus instrumentos, da mesma maneira que o pincel e o pigmento são instrumentos do pintor. Ele constrói minuciosos cenários, planeja todos os detalhes das cenas ao ar livre e, simultaneamente, se deixa conduzir pelo improviso, pelo que a paisagem, os modelos humanos e a sua imaginação sugerem”, comenta o curador Jacob Klintowitz.

Nascido em Fortaleza em 1957, Floriano Martins criou e dirigiu por 10 anos a Agulha Revista de Cultura, das mais lidas da língua portuguesa, bem como o Projeto Editorial Banda Hispânica, no qual estabeleceu um diálogo intenso entre as culturas dos vários países de língua espanhola. É também um profundo historiador do Surrealismo na América Latina, poeta editado em vários países, crítico de cultura, narrador, tradutor e autor de letras de canções com variados parceiros.

O Espaço Cultural Citi é a galeria pública visitada mensalmente por cerca de 50 mil pessoas que trafegam pela Avenida Paulista e região. O espaço mantém desde 2005 sua vocação de mostrar obras de arte no centro vital de São Paulo. Passaram por ali as obras de nomes consagrados, como Marcello Grassmann, Rubens Gerchman, Luiz Paulo Baravelli, Gregório Gruber, Romero Britto, Newton Mesquita, Odetto Guersoni, Ivald Granato, Takashi Fukushima, Caciporé Torres, Sérgio Lucena, Antonio Peticov, Maurício de Sousa, Claudio Tozzi, Marcello Nitsche, Odilla Mestriner, Aldemir Martins e Shoko Suzuki, além de jovens que se firmam como Luciana Maas, Maurício Parra, Carola Trimano e Manu Maltez.

O Espaço Cultural Citi (Av. Paulista, 1111, térreo – (11) 4009-3000) fica aberto para visitação de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h; aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 17h. Acesso a pessoas com deficiência física pela Alameda Santos, 1146. A entrada é gratuita.

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4 Responses to Espaço Cultural Citi com nova exposição: sonhos na mão de Adão

  1. Domitila de Carvalho Pontes Gestal says:

    SEI QUE A FUNÇÃO DO ARTISTA (MANEIRA GERAL)É EXPOR SUA LEITURA DE MUNDO SEGUNDO SUAS EMOÇÕES ,SENTIMENTOS ,PENSAMENTOS ,EXPECTATIVAS …SEI QUE O BELO ATRAI ,O TRISTE CHOCA MAS FAZ REFLETIR ,COMO ” O GRITO ” DE MUNCK.HOJE,PORÉM NÃO DEMORO MUITO NA CONTEMPLAçÃO DA DOR POR QUE ME DÓI MUITO.ACHO QUE OS ANOS NOS DEIXAM ASSIM…

  2. Tania de Almeida says:

    pois eu tenho um sonho, como cliente q fui do Real, gostaria de um banco tão transparente e que formasse uma parceria com o cliente, ajudando-o a crescer e não minando seus recursos aos pouquinhos, como uma doença imperceptivel faz. O Real foi o BANCO, como ele não há outro. O Citi não gostaria de ocupar o espaço deixado pelo Real, adotando sua filosofia e crescendo, mas deixando tbem o cliente crescer?. Realizaria meu sonho, q tenho desde q o Santander matou o Real

    • citibrasil says:

      Tânia. Há algo que podemo ajudar para mudar sua percepção?

      • Tania de Almeida says:

        Sim, se houvesse um banco que assumisse a mesma filosofia do Real, que ajudava o cliente a crescer, sem deixar de crescer, afinal, é justo que se obtenha o retorno. Sem cobranças de juros extratosféricos, possibilitando ao cliente o pagamento mais rápido de seus débitos junto ao banco e ofertando crédito de modo que, a cobrança de juros pelo pagamento parcial desse crédito não minasse os recursos do cliente. Em resumo, agindo de forma justa e consciente.

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