Citi Tendências: Compra programada evita o estresse no investimento em ações

Por Rubens Pellini Filho

O investidor que pretende garantir o seu futuro montando, a longo prazo, uma carteira com ações de empresas sólidas tem na compra programada uma boa opção para fugir das armadilhas emocionais na hora de fazer sua aplicação.

Com a aplicação de pequena quantia a cada mês, o investidor diminui o risco de prejuízo por ter comprado a ação na alta. Para especialistas em investimento, a aplicação em ações a longo prazo tende a dar mais tranquilidade ao investidor, mesmo em períodos de turbulência como os que vimos recentemente.

O serviço, disponível em bancos e corretoras, funciona como uma ordem de compra registrada, realizada mensalmente por meio de débito, em qualquer dia do mês escolhido pelo cliente e por prazo indeterminado.

A compra programada é para o poupador, não para o investidor que vive de ações e depende do lucro para pagar suas contas. O processo é indicado para quem gosta de aplicar em ações sólidas e não nas que são alvo de especulação.

O mais importante no serviço é a consistência da aplicação e escolher corretoras de renome no mercado.

Mesmo com a tranqüilidade proporcionada pelo sistema, é aconselhável o investidor fazer o acompanhamento regular de sua carteira. A valorização das ações pode tornar a aplicação mensal quase irrelevante ao longo do tempo. Por exemplo, se o preço de uma ação passa de R$ 5,00 para R$ 25,00 em cinco anos, os R$ 1 mil que compravam um lote de 200 ações no mesmo período servirão apenas para comprar 40 ações. O investidor nesse caso levaria cinco meses para adquirir a mesma quantidade de ações que antes comprava em apenas um.

Para quem desejar entrar no mercado, mas dispõe de poucos recursos, tem a aplicação em um fundo ou em um clube de investimentos como o caminho mais indicado. Quando tiver mais recursos, poderá tentar formar uma carteira própria.

Rubens Pellini Filho, é jornalista com 19 anos de experiência e Pós-graduado em Gestão da Comunicação Empresarial pela FGV, tendo trabalhado no Jornal O Estado de São Paulo e como editor-executivo da Rede Bom Dia de jornais.

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